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De devedor a investidor

10 dez 20

Educação Financeira

De devedor a investidor: dicas para sair do vermelho e começar a lucrar com o próprio dinheiro

De devedor a investidor - Responda com sinceridade, você é do time que gasta mais do que ganha? Se a resposta foi sim, não se preocupe, isso é muito comum, apesar de não ser nada saudável financeiramente. E estamos aqui justamente para ajudar a mudar isso. 

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a proporção de famílias endividadas chegou a 67,1%, definindo um novo patamar da série – iniciada em janeiro de 2010. 

Muitas pessoas nem sequer conseguem dizer no que foi gasto o dinheiro, já que não fazem nenhum acompanhamento de gastos e acabam perdendo totalmente o controle das finanças, o que pode acabar virando uma bola de neve de contas atrasadas e endividamento. 

Então, se você já está nessa situação ou quer evitar entrar para a estatística de endividados e passar a fazer parte da lista de investidores, vem com a gente! Vamos te ensinar alguns passos bem simples para você tomar as rédeas da sua vida financeira e passar de devedor a investidor! 

Entenda suas finanças 

Esse é o primeiro passo para começar a transformar sua realidade financeira: entender os seus gastos fixos,  variáveis e também entender os seus ganhos, sejam eles fixos ou não. 

Coloque no papel todos os gastos fixos mensais como aluguel, TV a cabo, mensalidades escolares etc. Entenda também seus gastos variáveis como energia, internet, cartão de crédito ou qualquer outro gasto recorrente, mas com valores variáveis dependendo do consumo.  

Se você tem dívidas, fale com credores e entenda o valor devido, também é importante entender o que está devendo para traçar o melhor plano de quitação dessas pendências. 

Liste todos os seus ganhos, seja salário, lucros da empresa, renda extra ou qualquer entrada de dinheiro, mesmo que seja uma entrada única. 

Crie uma planilha (e guarde os comprovantes)

Entendendo bem seus gastos, ganhos e dívidas, agora é registrar tudo. Crie uma planilha que pode ser virtual, no caderninho, no celular ou como preferir, o importante é você se sentir à vontade e não esquecer de anotar tudo lá. 

Existem muitos modelos na internet, alguns bem completos e outros mais simples, você pode salvar e utilizar um desses ou pode se basear para criar um que atenda melhor às suas necessidades. 

Com isso feito, registre todo o dinheiro que entra e sai e todos os gastos, por menores que sejam. E se você tem dificuldade de lembrar o que comprou ou com o que gastou, guarde seus comprovantes até que tudo esteja devidamente anotado na sua planilha. 

Resolva as pendências

Essa parte é a mais complicada de todas, mas você está adiantado, pois já fez contato com os credores e sabe exatamente quanto deve e em que pé estão as suas dívidas. Agora, é o momento de negociar. Faça de tudo para quitar o que puder, utilize o salário extra do 13º ou se organize para pagar tudo que for possível à vista e aproveitar os descontos. 

O que não for possível quitar, negocie, parcele e não esqueça de contar com essa despesa fixa, pelos meses do parcelamento. Se os valores devidos forem elevados e com juros correntes muito altos, considere tomar um empréstimo com taxas de juros mais baixas e substituir essas dívidas por apenas uma, mais barata. 

A linha de crédito flexível com garantia de imóvel Bari é uma ótima alternativa, como explicamos aqui

Reduza as despesas (cuidado com os “pequenos” gastos)

Agora que você conhece e registra suas finanças, que tal repensar alguns gastos?

É possível economizar sem grandes sofrimentos, revisando despesas do dia a dia, buscando alternativas de lazer, aproveitando promoções, revendo assinaturas e procurando opções mais baratas de passeios.

Também temos um conteúdo especial sobre isso aqui no blog, clique aqui para ler

Crie sua reserva

Esse é um passo indispensável para tornar a sua vida financeira mais segura: crie a sua reserva de emergência. Como o nome já diz, é uma reserva de dinheiro para emergências que acabam gerando gastos inesperados. 

Existem várias formas de calcular o valor ideal para a sua reserva de emergência. Os mais comuns dizem que o valor deve cobrir suas despesas mensais por pelo menos 6 meses. É isso que vai garantir tranquilidade caso você fique sem uma renda fixa ou tenha algum gasto inesperado. 

Importante! Sua reserva não deve ficar na conta corrente. Dessa forma, coloque esse dinheiro em uma aplicação que tenha, ao mesmo tempo, rendimentos e liquidez. Ou seja, a possibilidade de acessar esse dinheiro sempre que precisar. Busque aplicações em Renda Fixa que ofereçam boa rentabilidade e liquidez diária. 

Comece a investir

Com tudo organizado, finanças em dia e reserva de emergência devidamente aplicado em Renda Fixa, chegou a hora de variar a sua carteira de investimentos. Busque uma instituição de confiança e conheça outros produtos de Renda Fixa com rendimentos maiores e prazos mais longos e até investimentos em Renda Variável. 

Nessa fase, é importante você conhecer o seu perfil de investidor. Isso é o que vai dizer até onde você está seguro para ir e qual o melhor modelo de aplicação para você.

Aqui no Bari, temos ótimos consultores que podem te auxiliar em todos os passos do processo. Seja tomar um crédito para consolidar dívidas, aplicar sua reserva nos melhores produtos de Renda Fixa ou entender melhor o seu perfil investidor para pensar nos próximos passos. Conte com a gente! 

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