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Segurança digital: como evitar golpes financeiros online em 2025

13 FEV 25
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Segurança digital: como evitar golpes financeiros online em 2025
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Hoje, dia 14 de fevereiro, é celebrado o Dia da Internet Segura. A iniciativa da Anatel visa relembrar a todos da importância de adotar práticas eficazes de segurança digital. O tema é mais importante do que nunca em um cenário onde inteligência artificial e novas tecnologias entregam ferramentas que podem ser utilizadas tanto para proteger os usuários quanto para ajudarem golpistas a criarem golpes cada vez mais realistas.

Neste artigo, vamos trazer um panorama geral sobre segurança digital, trazendo dados do cenário atual e do ano anterior e um olhar para o futuro, uma vez que 2025 promete ser um ano especialmente desafiador para o setor de cibersegurança em nível global.

A importância da segurança digital

Os golpes financeiros têm se diversificado e aumentado em número, especialmente por conta da popularização de métodos de pagamento instantâneos, como o Pix. O número de fraudes online envolvendo transações digitais cresce na mesma proporção em que as ferramentas tornam-se mais utilizadas.

Um estudo do DataSenado traz um dado alarmante: em 2024, 24% dos brasileiros com mais de 16 anos foram vítimas de algum golpe digital. Pode parecer pouco, mas tenha em mente que esses 24% correspondem a mais de 40 milhões de pessoas.

Neste cenário, a segurança digital vai muito além da proteção de dados pessoais. Ela envolve uma série de práticas, tecnologias e comportamentos que garantem a integridade e a confidencialidade das informações trafegadas em um mundo que está o tempo todo conectado.

A verdade é que o excesso de tecnologia acaba sendo uma faca de dois gumes: por um lado, facilita a vida de milhões de pessoas. Por outro, abre potenciais novas brechas de segurança que podem ser utilizadas por criminosos.

Leia também: Como evitar golpes digitais? Guia para se proteger online

Golpes financeiros: um panorama atual

Como vimos, conforme a tecnologia evolui, abrem-se novas possibilidades de golpes cada vez mais sofisticados e ambiciosos. Com isso, aumenta o risco para as pessoas comuns – e para o dinheiro delas, guardado por apps e contas digitais.

 

O Pix, por exemplo, tornou-se o queridinho da população, mas também está entre os favoritos dos golpistas: segundo relatório da Silverguard o “Golpe do Pix” (e suas variações) já geraram um prejuízo acumulado de R$ 25,5 bilhões nos últimos anos.

 

A popularização das ferramentas de inteligência artificial abre espaço para práticas de falsidade ideológica muito mais elaboradas. Imagine receber uma ligação aparentemente legítima de seu gerente, solicitando uma transferência urgente… mas que na verdade nada mais é que uma recriação digital do rosto e voz da pessoa que você conhece e confia.

 

Os chamados “deepfakes” - cópias digitais de pessoas reais - já são realidade há bastante tempo, mas aos poucos, vêm testando os limites da segurança digital. De Neymar divulgando Jogo do Tigrinho a falsas reportagens de telejornais, estas técnicas podem alcançar milhões de pessoas pelas redes sociais.

 

Técnicas nem tão recentes, como o phishing (mensagens aparentemente legítimas, enviadas por canais que imitam bancos e empresas conhecidas) ganham novas camadas de complexidade nas mãos de golpistas com bom conhecimento em informática.

Não podemos esquecer que esses golpes não afetam apenas pessoas físicas: empresas também sofrem grandes impactos, e as consequências podem ser devastadoras em ambos os casos. Para os indivíduos, além da perda direta de recursos, há o abalo emocional e a quebra de confiança em transações online. Empresas, por sua vez, podem enfrentar desde perdas financeiras significativas até prejuízos irreparáveis em sua imagem e credibilidade. 

Diante deste cenário, investir em cibersegurança torna-se uma necessidade mais importante do que nunca.

Leia também: Golpe do Pix: como funciona e como não cair nessa armadilha

O futuro da segurança digital: tendências e desafios

O cenário da segurança digital está em constante evolução, justamente porque os golpes, como vimos, tornam-se cada vez mais elaborados tecnicamente

Aí entramos em um campo (nem tão) teórico de tecnologias e tendências que representam bem o conceito “faca de dois gumes” mencionado anteriormente, onde a mesma tecnologia que torna nossa vida online mais segura pode ser usada para causar prejuízos incalculáveis.

Inteligência artificial e machine learning, por exemplo, são tecnologias que podem tanto ajudar na detecção precoce de fraudes online quanto, paradoxalmente, serem utilizadas por criminosos para a elaboração de ataques mais complexos e difíceis de rastrear.

A regulamentação destas tecnologias não avança no mesmo ritmo das próprias inovações, criando uma área cinza em que direitos e deveres ainda não estão maturados. É preciso que governos e órgãos reguladores intensifiquem ações e exigências de cibersegurança em nível global, uma vez que o mundo digital ignora fronteiras e barreiras geográficas.

Isso inclui, por exemplo, a utilização de blockchain e outras ferramentas de criptografia avançada a fim de aumentar a transparência e a segurança das transações digitais e dificultar o desvio de dados. A conferência biométrica é outra camada capaz de aumentar a proteção de dados do usuário.

Leia também: Conheça 4 golpes financeiros comuns e como evitá-los

Como se proteger: dicas práticas de segurança digital

Ainda estamos no início de 2025, mas o cuidado não pode esperar. É por isso que o Bari, como uma das Instituições que apoia a Campanha de Prevenção à Fraudes #TEMCARADEGOLPE, desenvolvida pela ABBC - Associação Brasileira de Bancos, separou algumas dicas práticas para quem quer se proteger.

  1. Mantenha seus dispositivos atualizados: certifique-se de que seu smartphone, computador e outros dispositivos estejam sempre com seus sistemas operacionais atualizados, bem como firewalls e antivírus.
  2. Utilize autenticação de dois fatores (2FA): Este método adiciona uma camada extra de segurança ao exigir uma segunda forma de verificação por parte do usuário antes de lhe conceder acesso a apps e contas digitais.
  3. Verifique a autenticidade de e-mails e links: Conhece o ditado “quando a esmola é demais, o santo desconfia?” Coloque isso em prática: desconfie de ofertas boas demais e mensagens que solicitem informações pessoais ou direcionem para sites suspeitos.
  4. Cuidado com QR Codes e maquininhas: Ao fazer transações via Pix, verifique se o QR Code gerado está levando para a conta/pessoa certa. Evite escanear códigos provenientes de fontes não confiáveis, e dobre a atenção em códigos gerados por maquininhas de entregadores.
  5. Eduque-se continuamente: a segurança digital é perene, e acompanha o ritmo da sociedade e das novas tecnologias. Então, mantenha-se bem informado sobre as novas formas de fraude e as melhores práticas de cibersegurança. Conhecimento e prudência sempre serão ferramentas poderosas contra os golpistas.

Leia também: Segurança digital Banco Bari: saiba quais cuidados adotamos

Conclusão

Golpes digitais, phishing, falsidade ideológica e tantas outras fraudes online são desafios que exigem uma ação conjunta entre cidadãos, empresas e instituições financeiras. Estar informado, adotar práticas preventivas e utilizar ferramentas de segurança são passos fundamentais para proteger suas finanças e a integridade dos seus dados.

No Dia da Internet Segura, reforçamos a importância da cibersegurança para todos que acompanham nosso blog. Lembre-se: a proteção começa com a informação e a prevenção. Mantenha-se seguro, invista em tecnologia e, acima de tudo, esteja sempre atento às mudanças que podem impactar sua vida digital e financeira.

E. claro, conte com o Bari! Estamos sempre à disposição para oferecer suporte e soluções que garantam um ambiente financeiro seguro para todos os nossos clientes. Confira nossos canais oficiais de comunicação na seção “Fale Conosco”.

Leia também: O Banco Bari é confiável?

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