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Melhores opções para reserva de emergência: 5 investimentos para estudar

10 FEV 22
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Quando se pensa nas melhores opções para reserva de emergência, é preciso considerar a liquidez e a segurança do investimento. Afinal, o dinheiro precisa estar disponível a qualquer momento 

Você já tem um dinheiro guardado para usar somente em caso de imprevisto? Se sua resposta é “não”, saiba que isso precisa mudar agora mesmo. É unânime entre analistas financeiros a afirmação sobre a importância de conhecer as melhores opções para reserva de emergência.

Essa quantia ajudará a manter seu fôlego financeiro diante de qualquer situação. Por exemplo, já aconteceu de você ter uma conta inesperada em um mês e acabar entrando no vermelho ou tendo que cortar o máximo de gastos possível? É provável que sim.

Conhecer as melhores opções para reserva de emergência evita que você chegue nesse ponto. Teve algum problema e não sabe de onde tirar dinheiro? Pode manter a tranquilidade, porque você tem um valor guardado e não precisará prejudicar seu orçamento.

Esse exemplo já deixa claro que vale a pena contar com esse recurso. Porém, quais investimentos ajudam a chegar lá? Neste post, vamos explicar melhor e apresentar algumas opções. Confira.

Qual a importância de ter um dinheiro para imprevistos?

Como ficou claro, a reserva de emergência é uma quantia guardada que só deverá ser utilizada quando for realmente necessário. Ela serve para cobrir despesas inesperadas. Por exemplo:

  • Desemprego;
  • Tratamento de saúde;
  • Viagem de última hora;
  • Pagamento de uma multa que chegou de repente.

O objetivo da reserva de emergência é garantir que você continue no azul. Com isso, não corre o risco de entrar para a estatística de endividados e inadimplentes.

A estatística de endividados se refere a quem está com alguma conta em aberto. Por exemplo, um financiamento de imóvel ou veículo. No total, o Brasil fechou outubro de 2021 com 63,4 milhões de cidadãos nessa condição, segundo o Mapa da Inadimplência.

O mesmo relatório mostrou que o valor médio por dívida é de R$1.189, mas a soma dos débitos de cada cidadão chega a R$4.000,60. Já a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) relativa a novembro de 2021 indicou que 75,6% das famílias estão endividadas.

Esse último estudo também apresentou os dados de inadimplentes. Segundo o levantamento, 26,1% estão com dívidas ou contas em atraso, ou seja, estão sujeitos a ficarem com o nome sujo por serem listados nos órgãos de proteção ao crédito. Desse total, 10,1% não conseguirão honrar seus compromissos.

Qualquer que seja o motivo para essa situação, uma coisa é fato: escolher um dos investimentos para reserva de emergência ajuda a diminuir as chances disso acontecer com você. Esse é o motivo pelo qual ter uma quantia guardada é tão importante.

Qual o melhor investimento para reserva de emergência?

Quando falamos nesse dinheiro para imprevistos, é preciso considerar seu objetivo. Se o objetivo for o uso em casos de emergência, ele precisa estar disponível a qualquer momento. Porém, deixar as notas embaixo do colchão não traz nenhum rendimento, certo?

É aqui que entram as reservas de emergência. Elas mantêm a liquidez do capital — ou seja, permitem que você saque a quantia desejada a qualquer momento — sem esquecer de oferecer algum retorno.

Nesse sentido, é importante considerar alguns aspectos antes de escolher o melhor investimento. Eles são:

  • Segurança: o dinheiro deve sofrer pouca volatilidade. Assim, há menos chance de perdas quando você realizar o saque dos valores;
  • Liquidez: deve ser alta para permitir que você resgate a qualquer momento. É preciso atentar à carência, que impede o saque durante determinado período, normalmente, 90 dias;
  • Rentabilidade: costuma ser menor justamente porque é um investimento conservador, seguro e com alta liquidez. Afinal, quanto menor o risco, mais baixo é o retorno. Ainda assim, é preciso avaliar as opções para evitar que a remuneração seja abaixo da inflação. Dessa forma, você garante o chamado ganho real, isto é, mantém seu poder de compra.

Onde fazer a reserva de emergência?

Devido às características já apresentadas, as melhores opções para reserva de emergência são aquelas que fazem parte da renda fixa. Essa é uma categoria de investimentos conservadores. Por isso, apresentam baixo risco.

No investimento em renda fixa, você já sabe quanto vai ganhar. A rentabilidade pode ser:

  • Prefixada: uma alíquota já é determinada no momento da aplicação. Por exemplo: 1,5% ao mês;
  • Pós-fixada: é a modalidade mais comum, que varia de acordo com um indexador, ou seja, um índice de referência do mercado. É o caso de receber um retorno equivalente à Selic. Assim, quanto mais alta estiver a taxa básica de juros, mais você vai ganhar e vice-versa;
  • Híbrida: combina os dois modelos anteriores. Existe uma taxa predeterminada e outra variável. Por exemplo, 1,5% ao mês + IPCA. Nesse caso, há sempre um ganho real, já que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo mede a inflação oficial do País.

Nesse momento, você pode se perguntar: por que a renda variável é pouco interessante? A resposta passa pela volatilidade. Como a oscilação do preço dos títulos é bastante alta nessa categoria de investimentos, você pode sofrer perdas, inclusive significativas.

Por exemplo, imagine aplicar toda a sua reserva de emergência em ações. Você comprou os ativos da empresa X. No dia que você precisa do dinheiro, a companhia tem um problema interno e se desvaloriza. Nesse caso, pode receber menos do que investiu.

Contudo, isso não acontece apenas com a empresa X. Os preços dos ativos da bolsa podem ser afetados por outras variáveis, como crises políticas, econômicas e até sanitárias, como vimos no caso do coronavírus. 

Quanto devo guardar para reserva de emergência?

Apesar de não existir resposta única, o consenso geral é de que esse fundo seja equivalente a cerca de 6 meses de despesas mensais. Alguns especialistas indicam que ele seja formado conforme o seu trabalho. Ou seja:

  • Igual a 3 meses, se você trabalhar no serviço público;
  • Correspondente a 6 meses, caso seja CLT;
  • Equivalente a 9 meses, se atuar de forma autônoma.

Para ter certeza, o ideal é verificar a sua realidade e definir o que é melhor para você, especificamente. De toda forma, a média de 6 a 12 meses é a ideal e totalmente suficiente.

Como calcular a reserva de emergência

pessoa ao  lado de uma tela de celular que exibe gráficos. Na frente do celular tem uma pilha de moedas

O cálculo deve ser feito com base nas suas despesas mensais. Anote todos os gastos por, pelo menos, um mês. Estão incluídos:

  • Alimentação;
  • Moradia;
  • Contas básicas, como água, luz e internet;
  • Academia;
  • Despesas extras, como roupas, passeios, presentes e mais.

A partir disso, pegue a média mensal e multiplique pelo total de meses que deseja que o dinheiro corresponda. Por exemplo, se utilizar como base um semestre e seus gastos mensais forem de R$ 3.000, faça:

R$ 3.000 x 6 meses = R$18.000.

É claro que você não precisa ter todo esse dinheiro na hora. Você vai guardando-o com o tempo nos investimentos para reserva de emergência até atingir esse montante.

Quais são as opções de investimento para fazer uma reserva de emergência?

Agora que explicamos todos os detalhes, chegamos à parte prática. Que tal conhecer as melhores opções? Listamos a seguir.

1. CDB para reserva de emergência

O Certificado de Depósito Bancário é um título privado. Ele costuma ter rentabilidade pós-fixada e liquidez somente no vencimento. Mas existem alguns papéis que permitem o resgate a qualquer momento.

Eles são chamados de liquidez diária. Esse tipo de CDB para reserva de emergência costuma pagar um percentual do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), a taxa de referência das operações entre os bancos. Ela fica próxima à Selic.

O que isso significa, na prática? Você deve procurar o máximo percentual. Isso porque a taxa paga no CDB de liquidez diária tende a ser menor do que 100%. Então, busque sempre a melhor remuneração.

Por exemplo, o CDB de liquidez diária do Banco Bari tem uma rentabilidade de 110% do CDI. Já o CDB Flex, que permite o resgate a qualquer momento após 6 meses de carência, paga 120% do indexador.

2. Reserva de emergência Tesouro Selic ou IPCA

O Tesouro Direto é um programa do governo federal que busca captar recursos com investidores. Ele oferece três possibilidades:

  • Tesouro Prefixado, com ou sem pagamento de juros semestrais: tem uma remuneração predefinida. A desvantagem é que pode haver uma pequena oscilação com o passar dos dias devido à marcação a mercado. Ou seja, no dia do resgate do valor, ele pode ser um pouco menor do que o proporcional. Ainda assim, é mais do que você investiu;
  • Tesouro IPCA, com ou sem pagamento de juros semestrais: tem uma taxa fixa e a variação da inflação. Por isso, sempre oferece um ganho real. Por outro lado, também sofre a marcação a mercado, o que pode ser negativo em caso de resgate antecipado;
  • Tesouro Selic: não faz pagamentos semestrais, mas é o mais seguro. O motivo é não sofrer a marcação a mercado. Com isso, nunca existem perdas no saque antecipado. A rentabilidade está atrelada à taxa básica de juros.

Qualquer uma dessas opções é válida. Mas a melhor opção de Tesouro Direto para reserva de emergência é o Tesouro Selic. O Prefixado é indicado para quando a taxa básica de juros tende a cair. Por sua vez, o IPCA é recomendado para períodos de alta da inflação e para proteger o seu dinheiro da perda do poder de compra.

3. Poupança reserva de emergência

A poupança é outra opção da renda fixa, mas apresenta um rendimento abaixo das outras alternativas. Por isso, ela é menos interessante. Ainda assim, vale a pena listá-la entre as opções.

A rentabilidade depende da taxa Selic. Existem duas fórmulas de cálculo:

  • Selic igual ou menor do que 8,5% ao ano: rentabilidade de 70% da Selic + Taxa Referencial (TR), que costuma ficar próxima a zero;
  • Selic acima de 8,5% ao ano: rentabilidade de 0,5% ao mês + TR.

O cuidado, aqui, é com o ganho real. Muitas vezes, o retorno da poupança é menor do que a inflação. Por isso, nem sempre compensa.

4. LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio são duas opções de investimentos para reserva de emergência. Para isso, eles devem ter liquidez diária ou um prazo curto, por exemplo, 6 meses.

Esses ativos também costumam render de acordo com um percentual do CDI. Por isso, novamente, a regra é o percentual máximo. A grande vantagem de LCI e LCA? Ambos são isentos do Imposto de Renda (IR).

Com isso, a chance é de você ter um retorno maior do que o esperado. O cuidado é com a liquidez, que pode ser alta. Portanto, sempre observe essa informação.

5. Fundos DI

Outra das melhores opções para reserva de emergência são os fundos DI. Eles são fundos de renda fixa, em que a maior parte dos títulos é referenciada pelo CDI. Explicando: esse investimento tem uma carteira formada por diferentes papéis.

Nesse caso, os ativos são da renda fixa e atrelados a esse indexador. Alguns exemplos são CDB, LCI e LCA. A vantagem é ter seu dinheiro administrado por um gestor profissional.

Por outro lado, é preciso atentar às taxas. O percentual cobrado pela administração pode prejudicar a sua rentabilidade. Dessa forma, é preciso ter atenção aos detalhes para evitar uma escolha errada.

Assim, existem várias opções de investimento para formação de reserva de emergência. Qualquer uma delas é válida para o que você precisa: ter um dinheiro extra sempre que for necessário para cobrir despesas imprevistas.

Depois de começar a investir em uma dessas melhores opções para reserva de emergência, você tem mais chance de continuar com suas finanças com saldo positivo. De quebra, ainda terá educação financeira para aplicar seu dinheiro em outras alternativas no futuro.

Então, que tal começar a formar sua reserva de emergência? Conheça as opções de investimento em renda fixa do Banco Bari e construa seu futuro a partir de agora!

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