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Como administrar as dívidas de forma inteligente

06 JUL 21
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Em meio a um desemprego recorde, o Brasil também vive o seu maior nível de famílias endividadas em mais de uma década. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em junho, 69,7% dos brasileiros tinham dívidas. É um recorde e representa uma alta de 1,7 ponto porcentual em relação a maio e um avanço de 2,5 pontos em comparação com o mesmo período de 2020. 

Com o orçamento mais limitado em meio a crise, guardar dinheiro virou uma tarefa mais difícil. Mas isso não significa que administrar as dívidas está fora da realidade. Pelo contrário. É possível criar um gerenciamento inteligente das contas a serem pagas, para não só melhorar sua pontuação de crédito, mas principalmente aumentar o seu controle sobre suas finanças.

Ao administrar suas dívidas, você pode economizar dinheiro mais rapidamente e atingir seus objetivos financeiros.

Perfil da dívida

O primeiro passo é conhecer o tamanho da dívida e seu valor atualizado. É preciso fazer um levantamento detalhado, indicando o tipo (cheque especial, cartão de crédito, fornecedores, parcelas atrasadas, tributos e impostos vencidos), o prazo, o valor das parcelas, a taxa de juros, taxa de correção, os eventuais bens colocados em garantia etc. 

Orçamento em dia

Em seguida, todas as suas entradas e saídas de dinheiro precisam ser registradas. Um caminho é dividir por categorias, em ordem de importância, como aqueles gastos essenciais (moradia, alimentação, energia etc), os adicionais, como serviços de streaming, e aqueles que são mais fáceis de serem eliminados, como viagens e compras por impulso. 

Um orçamento em dia significa conhecer quais são os seus maiores gastos, desperdícios e o que pode ou não ser reduzido. Assim, essas economias podem ir para o pagamento de dívidas e outras metas. Depois de ter a linha de base de quanto você tem que pagar a cada mês, determine quanto extra de seu orçamento você pode dedicar à redução da dívida.

 

Ilustração mostra uma pessoa utilizando um computador sentada em moedas e cercada por ícones que simbolizam dinheiro.
Administrar as dívidas de maneira inteligente pode ajudar a economizar dinheiro e atingir os objetivos financeiros

 

Renegocie!

Ao saber em detalhes o seu orçamento você também acaba conhecendo exatamente qual é o maior valor de parcela que você consegue pagar, o que torna a renegociação das dívidas muito mais simples. E na hora de renegociar, o objetivo tem que ser alterar o perfil da dívida, trocando dívidas mais caras de curto prazo, por dívidas com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros menores. É possível agrupar as dívidas e trocar por apenas uma, por exemplo. 

Empréstimos mais inteligentes 

Administrar as dívidas também significa optar, na hora que precisar, por empréstimos mais inteligentes. Isso quer dizer que pedir emprestado para despesas de curto prazo, como pedir dinheiro para pagar faturas que estão perto do vencimento, não é uma boa decisão financeira. Pode acabar pesando nas suas finanças e fazendo com que suas dívidas acumulem. Um caminho é pagar primeiro as faturas com juros de pagamento mais baixo e depois negociar as próximas. 

Também tem que evitar as linhas de créditos com taxas muito altas. Na modalidade de crédito rotativo, por exemplo, o juro pode chegar aos 300% ao ano. Há outras opções com juros bem mais baixos do que o rotativo do cartão, cheque especial, empréstimo pessoal ou consignado. O crédito com garantia de imóvel, chamado de home equity, está ganhando força no Brasil — em 2020, cresceu 61% em relação a 2019, segundo o Banco Central. Não é por menos: segundo especialistas, as taxas variam de 20% a 25% ao ano.

Administrar as dívidas é uma etapa essencial para ganhar controle sobre suas finanças. E mesmo que consiga quitar todos os pagamentos, é necessário sempre manter o monitoramento do orçamento para estar preparado para imprevistos.

Conteúdo produzido em parceria com o Canal Meio. 

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