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Divida sua carteira: como fazer diversificação de investimentos

07 JAN 22
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A diversificação de investimentos é a prática de alocar o capital em diferentes ativos. Ao fazer isso, você aumenta suas chances de ganhos e diminui os riscos. Porém, existem mais motivos para diversificar seus investimentos

A diversificação de investimentos é a regra de ouro do mercado financeiro. Afinal, ela permite potencializar os seus ganhos e reduzir o risco ao mesmo tempo. Parece mágica? Na verdade, não é e você vai entender por quê.

Basicamente, a ideia é ter uma carteira com diferentes tipos de ativos. Alguns mais conservadores e seguros, outros mais arriscados e que permitem aumentar seu rendimento.

Assim, se um deles sofrer perdas, elas são compensadas. Da mesma maneira, os riscos se tornam menores justamente porque você tem a chance de neutralizá-los com os títulos seguros.

Em outras palavras, o objetivo é colocar em prática aquele ditado: “nunca coloque todos os ovos em uma cesta só”. Ainda assim, cada perfil de investidor exige um tipo de diversificação diferente, isto é, a carteira é composta de forma diversa para atender às suas necessidades e objetivos.

Como alcançar o equilíbrio e fazer o que é melhor para você? Vamos explicar neste post como montar uma carteira de investimentos diversificada. Continue lendo!

Afinal, o que é diversificação de investimentos?

A diversificação de investimentos é a prática de alocar o seu dinheiro em diferentes tipos de ativos. Assim, a sua carteira é formada de maneira variada para reduzir os riscos e aumentar os ganhos no longo prazo.

Existem várias maneiras de diversificar os investimentos. Tudo vai depender do seu perfil, dos objetivos a alcançar e do valor disponível para aplicar hoje. De toda forma, é possível adquirir ativos de renda fixa e variável.

Qual é o papel da diversificação no planejamento de um investimento?

Mulher regando plantas com moedas e o símbolo de $.

Para entender melhor o que é diversificação de investimentos, é preciso saber o conceito de volatilidade. Esse termo se refere às oscilações de preço que acontecem no mercado financeiro. Por isso, afeta todos os ativos, em menor ou maior grau.

No caso da renda fixa, a volatilidade influencia menos. Se você deixar o valor até a data de vencimento, não terá problemas. Porém, caso saque de forma antecipada, sofrerá a chamada marcação a mercado.

De forma simples, é uma variação diária que todos os títulos sofrem. Por isso, você pode ganhar menos do que o proporcional esperado, se resgatar a quantia antes do vencimento.

Já a renda variável sofre muito impacto da volatilidade. Os preços variam muitas vezes ao dia. Com isso, são ativos mais arriscados.

Em qualquer um dos casos, o objetivo da diversificação nos investimentos é distribuir o seu dinheiro em várias classes de ativos. Assim, segue as dicas de grandes investidores, como Warren Buffet.

Qual a importância da diversificação de investimentos?

O principal motivo para adotar essa estratégia é diminuir os riscos ao mesmo tempo que aumenta o retorno dos seus investimentos. Assim, as perdas são compensadas pelos ganhos.

Aqui, é importante entender que o mercado é muito volátil. Uma instabilidade política, por exemplo, interfere no rendimento de vários ativos disponíveis no mercado. Assim como uma crise sanitária, como a do coronavírus, pode levar a uma queda generalizada da bolsa de valores e ainda aumentar a inflação e a Selic, a taxa básica de juros da economia.

Isso significa que os eventos estão interligados. O que isso tem a ver com a diversificação? Tudo! Quando você se antecipa a essas situações inesperadas, mas que podem ocorrer a qualquer momento, você evita problemas.

Além disso, várias vantagens são verificadas devido à importância da diversificação de investimentos. As principais são:

  • redução de riscos, porque você tem ativos mais seguros na carteira e eles continuarão rendendo, mesmo em situações de crise;
  • potencialização de ganhos devido à alta rentabilidade prometida por alguns ativos mais arriscados;
  • equilíbrio na alocação de capital, o que permite ter ganhos de curto prazo, mas construir um patrimônio no longo prazo;
  • comodidade, já que você pode ter ativos com várias datas de vencimento e diferentes prazos de retorno.

Como montar uma carteira de investimentos diversificada?

Agora que você viu os detalhes sobre o que é e a importância da diversificação de investimentos, é preciso entender como formar a sua carteira da maneira correta. Aqui, é preciso entender que a personalização é o melhor caminho.

O que considerar nessa análise? Veja as etapas e entenda mais.

Identifique seu perfil de investidor

Quando você faz a sua conta em uma corretora de valores ou banco de investimentos, precisa fazer o chamado teste de suitability. O formulário tem várias questões relacionadas aos seus objetivos financeiros e outros detalhes que ajudam a identificar seu perfil de investidor.

Ele é dividido em três categorias e você receberá um enquadramento de acordo com as suas respostas. As possibilidades são:

  • conservador: é a pessoa que não aceita correr muitos riscos e prioriza a segurança;
  • moderado: é o investidor que tenta equilibrar risco e retorno. Ou seja, aceita correr mais chances de perdas, desde que o potencial de rentabilidade seja maior;
  • arrojado: é quem busca os ganhos em primeiro lugar. Por isso, tem alta tolerância aos riscos.

Defina seus objetivos financeiros

Verifique o que você precisa conseguir no curto, médio e longo prazo. Veja as particularidades de cada um:

  • curto prazo: objetivos conquistados em até 1 ano;
  • médio prazo: válido para metas a serem alcançadas entre 1 e 5 anos;
  • longo prazo: abrange os objetivos obtidos a partir de 5 anos.

Avalie as possibilidades e confira as características de cada objetivo. Por exemplo, se precisa formar uma reserva de emergência, o ideal é investir na renda fixa de alta liquidez. Afinal, esse dinheiro pode ser necessário a qualquer momento e perdas não são toleráveis.

Porém, se o propósito é a aposentadoria daqui a 30 anos, é possível correr mais riscos. Portanto, a regra é que valores definidos e prazos curtos exigem mais previsibilidade e conservadorismo nas aplicações financeiras. Se for algo com mais tempo para alcançar, vale a pena considerar investimentos mais agressivos.

Considere as possíveis mudanças do mercado

A economia gira em ciclos. Portanto, uma hora está bem e anos depois ela está mal e pode até entrar em uma recessão. Assim, você deve se preparar para qualquer situação. Afinal, seus investimentos são afetados por essas mudanças.

Por isso, antes de montar a sua carteira, pense se a inflação, a taxa de juros, o câmbio etc. podem interferir nas suas aplicações financeiras. É provável que sim. Nesse caso, vale a pena ter alguns ativos que garantam o chamado rendimento real.

É o caso do Certificado de Depósito Bancário (CDB) protegido da inflação. Ele rende o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais uma taxa fixa.

Defina quanto poderá investir e como será feita a alocação

Antes de alocar o seu dinheiro em várias aplicações financeiras, defina o orçamento disponível para isso. Pense, também, nos aportes mensais. Eles são indispensáveis para você continuar ganhando sempre. É a mágica dos juros compostos.

Depois pense na proporção de investimentos da renda fixa e variável que comporá a sua carteira. Se você tiver um perfil conservador, fique com aproximadamente 80% alocado em títulos seguros. No caso do arrojado, use o mesmo percentual para ativos mais arriscados, como as ações. Para os moderados, 50% de cada é uma boa pedida.

Evite pulverizar seu capital

A diversificação dos investimentos prevê alocar o dinheiro em vários ativos. No entanto, é importante evitar colocar uma quantia pequena em uma quantidade muito grande de aplicações financeiras. Esse fenômeno é chamado de pulverização.

Aparentemente, parece a mesma coisa. No entanto, a pulverização diminui muito a chance de ter uma boa rentabilidade. Por isso, o ideal é sempre considerar ativos capazes de compensar o rendimento de outros que você já tem.

Por exemplo, o Tesouro Selic sempre trará algum rendimento, mas ele tende a ser baixo. Optar pela Letra de Crédito Imobiliário (LCI) atrelada à inflação é uma forma de ter sempre um ganho real.

De toda forma, a dica é sempre verificar o contexto em que você se insere. Por isso, a diversificação de investimentos deve ser personalizada. Além disso, você potencializa seus ganhos quando escolhe um banco de investimentos que zera a cobrança de taxas. Assim, a rentabilidade é ainda maior.

Então, quer conhecer uma opção que permite investir a custo zero? Acesse o site do Banco Bari, veja as modalidades de investimentos e forme sua carteira diversificada!

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