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Onde investir meu dinheiro? Guia do investidor iniciante

27 OUT 22
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Onde investir meu dinheiro? Guia do investidor iniciante
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O primeiro passo para começar a investir é organizar as finanças e conhecer o mercado financeiro. Existem várias opções de aplicação financeira que trazem boa rentabilidade. Continue lendo e saiba onde investir seu dinheiro para ter um rendimento maior do que a poupança.

Uma pergunta frequente que recebemos é: onde investir meu dinheiro?

O primeiro passo é saber que a poupança está longe de ser a melhor opção. Existem várias opções de aplicação financeira que trazem um resultado melhor com um nível de risco semelhante.

Esse é o caso dos investimentos em renda fixa, como os títulos públicos e os privados. Tão seguros quanto a poupança, garantem uma rentabilidade mais elevada. Inclusive, o ganho é, muitas vezes, real — ou seja, acima da inflação.

Ainda assim, muitos brasileiros perdem dinheiro deixando suas economias na poupança — veremos os dados adiante. Muitas vezes, isso acontece por falta de educação financeira.

Então, o que fazer para responder à pergunta: “quero investir meu dinheiro, por onde começar”? Neste post, vamos apresentar as melhores alternativas. Continue lendo!

Por que a poupança não é um bom investimento?

Como vimos no início deste artigo, a poupança faz você perder dinheiro. Portanto, não é um bom investimento. Isso acontece por causa da inflação. Ou seja, essa modalidade faz seu dinheiro render tão pouco que ele perde seu poder de compra.

Para entender, basta lembrar o que você comprava com R$ 100 em 2010 e o que consegue adquirir em 2022. É muito menos, certo? Isso acontece porque a inflação vai corroendo o seu poder de compra.

Por isso, é importante buscar um investimento corrigido pela inflação ou outra aplicação que tenha um rendimento mais alto. Existem várias opções, como veremos mais para frente. No entanto, a poupança está longe de entrar para esta lista.

Isso acontece por causa do seu cálculo de rentabilidade. Existem duas possibilidades:

  • Quando a Selic estiver acima de 8,5% ao ano, o retorno é de 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR), que fica próximo a zero;
  • Quando a taxa básica de juros estiver igual ou menor do que 8,5% ao ano, o rendimento é de 70% da Selic.

Para saber por que a rentabilidade é tão baixa, é possível comparar com um Certificado de Depósito Bancário (CDB) que rende 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Explicando melhor: o CDB é um título privado emitido por bancos. Todas as operações feitas entre bancos seguem a Selic, mas ficam um pouco abaixo dela — cerca de 0,2% menor. Essa referência (lastro) chama-se CDI.

Portanto, o rendimento de 100% do CDI implica um retorno bem próximo à Selic. Em outubro de 2022, quando este texto foi escrito, a taxa básica de juros estava em 13,75% ao ano. Assim, o CDI traz um retorno médio de 13,73% ao ano.

Transformando em uma taxa mensal, esse índice é de 1,08% ao mês, aproximadamente. Muito acima do 0,5% ao mês que a poupança oferece.

Se a Selic estiver em 8,5% ao ano, o CDI renderá cerca de 8,3% ao ano. Assim, a taxa mensal é de 0,6667%. Enquanto isso, a poupança terá uma rentabilidade de 70% da taxa básica de juros.

Isso representa 5,95% ao ano. Novamente, transformando em uma taxa mensal, fica em 0,4828%. Esses dados deixam bem claro por que não vale a pena investir na poupança.

Ainda assim, muita gente ainda guarda seu dinheiro nessa aplicação. Segundo o Raio X do Investidor Brasil 2022, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro de Capitais (Anbima), 23% da população opta pela poupança.

Em segundo lugar, vêm os fundos de investimento, com apenas 3%. A diferença é gritante e mostra bem como é importante saber onde investir seu dinheiro.

Qual é o melhor investimento hoje?

Na verdade, diversos investimentos podem ser positivos. No entanto, a modalidade escolhida precisa estar alinhada ao seu perfil de investidor e aos objetivos que pretende conquistar. De toda forma, algumas boas opções são Tesouro Direto, CDB, Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), fundos de investimentos e ações.

Onde colocar o dinheiro para render mais?

ilustração de um homem segurando uma moeda gigante e em dúvida sobre onde investir o dinheiro

Qualquer investimento de renda fixa e variável tende a trazer um retorno melhor do que a poupança. Para saber qual deles rende mais, é preciso considerar a tributação e a rentabilidade. Com essa comparação, fica mais fácil saber “onde investir meu dinheiro”. Vamos lá?

Como investir dinheiro e ter lucro mensal?

Para ter lucro mensal, você precisa de um investimento que gere renda passiva. De modo geral, ela é assegurada pela distribuição de dividendos. Esses proventos são pagos por ações e alguns fundos de investimentos.

Na renda fixa, alguns títulos do Tesouro Direto trazem um retorno semestral. Recentemente, nós lançamos a LCI Renda Mensal quepaga 100% do CDI e oferece rendimento todos os meses na sua conta.

Por isso, é o investimento ideal para quem quer viver de renda. Com a vantagem de que  esse papel é isento de Imposto de Renda (IR). Ou seja, o lucro é todo seu.

7 investimentos melhores do que a poupança

Agora que você viu todos esses detalhes, está na hora de saber quais são os melhores investimentos 2022 para iniciantes. Eles também são voltados para quem já faz seu dinheiro render. Então, que tal conferir?

1. Tesouro Direto

São títulos públicos emitidos pelo governo, tão seguros quanto a poupança, mas que rendem mais. A rentabilidade pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida. Tudo depende do papel escolhido. Veja as opções:

  • Tesouro Prefixado, com e sem pagamento de juros semestrais: paga uma taxa fixa. Por exemplo, 4,5% ao ano. Portanto, não há variação até o vencimento do título. Dessa forma, é ideal para períodos em que a Selic tem a tendência de diminuir;
  • Tesouro IPCA+, com e sem pagamento de juros semestrais: tem uma taxa fixa e outra variável. Por exemplo, IPCA + 3% ao ano. Assim, a rentabilidade depende da inflação, que é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Por isso, é ideal para quem quer garantir um ganho real;
  • Tesouro Selic: varia de acordo com a taxa básica de juros. Por isso, é indicado para períodos em que o indicador tende a aumentar. É a única modalidade em que não se corre o risco de perdas em caso de resgate antecipado.

Vale a pena citar que, em todos os títulos, a liquidez é alta. Ou seja, o resgate dos valores pode ser feito a qualquer momento.

2. CDB

São títulos privados, emitidos por instituições financeiras com o objetivo de financiar suas operações. A rentabilidade também pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida. No entanto, tende a ser geralmente dos dois últimos tipos.

A liquidez pode ser diária, após um período de carência, ou somente no vencimento. Uma das maiores vantagens desse investimento é a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Além disso, a rentabilidade costuma estar atrelada a um indexador. Ele tende a ser o CDI ou o IPCA. No primeiro caso, o rendimento é um percentual do índice. As melhores opções são aquelas que pagam acima do indicador.

Por exemplo, o CDB Flex do Banco Bari paga 110% do CDI. Já o CDB 3 anos rende 121% do CDI.

3. LCI e LCA

São dois investimentos semelhantes, mas o foco é diferente. Na LCI, o capital vai para o setor imobiliário. Na LCA, para o agronegócio. De toda forma, ambos costumam permitir o saque somente no vencimento. Portanto, o objetivo é o longo prazo.

No entanto, existem algumas opções com vencimentos mais curtos. Por exemplo, 6 meses ou 1 ano. Além disso, a rentabilidade tende a ser pós-fixada ou híbrida. Os indexadores também são o CDI e o IPCA, respectivamente.

Um bom retorno é aquele que paga acima de 90% do CDI. Além disso, quando avaliar o rendimento atrelado ao IPCA, busque uma taxa significativa.

A principal vantagem de LCI e LCA é a isenção do IR. Ainda apresentam proteção do FGC. Por isso, são investimentos bastante seguros e promissores.

4. Certificado de Recebíveis Imobiliários

O CRI é semelhante à LCI e o capital também é voltado para o setor imobiliário. No entanto, o título é emitido por uma securitizadora.

Nesse caso, o foco é o longo prazo. Assim como a LCI e LCA, o ponto positivo é a isenção do IR. A rentabilidade é pós-fixada ou híbrida. Por exemplo, no Banco Bari, o CRI paga o IPCA + 5,25% ao ano.

Essa é uma garantia de que o seu poder de compra será mantido. Isso porque o rendimento é acima da inflação.

5. Exchange Traded Funds

Os ETFs — ou fundos de índice — são fundos de investimentos cuja rentabilidade depende do índice de um título público, ações ou commodities. Assim, o objetivo é replicar o resultado desse indexador.

A vantagem é a possibilidade de diversificação da carteira e a gestão especializada. Isso porque todo fundo de investimento tem um gestor responsável pelas decisões de investimento.

Por outro lado, são cobradas mais taxas que podem corroer a sua rentabilidade. Além disso, esse é um investimento considerado mais arriscado.

6. Ações

São títulos emitidos por companhias de capital aberto — ou seja, que negociam ações na bolsa de valores. Ao comprar uma ação, você se torna sócio da empresa. No entanto, existem dois tipos de ativos:

  • Ação ordinária: oferece direito a voto nas assembleias;
  • Ação preferencial: garante a prioridade no recebimento dos dividendos e de juros sobre capital próprio.

As ações são o ativo que sofre alta volatilidade. Assim, os preços variam bastante. Por isso, também é um investimento arriscado. A rentabilidade pode ser obtida de duas formas:

  • Compra na baixa e venda na alta. Ou seja, você adquire o ativo por um preço mais baixo e comercializa-o quando estiver valorizado;
  • Foco no longo prazo. Assim, você deixa o dinheiro aplicado por bastante tempo para receber os dividendos e vende quando precisar se desfazer.

7. Fundos imobiliários

São outro tipo de fundo de investimento. O funcionamento é parecido, mas a alocação de valores é feita no mercado imobiliário. Assim, eles podem ser classificados como:

  • Fundos de papel: são aqueles que investem em títulos do setor imobiliário. Por exemplo, LCIs e CRIs;
  • Fundos de tijolo: investem em ativos físicos, como lajes corporativas, shoppings e galpões logísticos.

Qualquer que seja a sua opção, é preciso escolher os ativos mais adequados ao seu perfil de investidor. Além disso, uma boa escolha é começar pela renda fixa. Isso porque são aplicações financeiras mais seguras e com menos riscos.

O que fazer antes de começar a investir?

Antes de descobrir a resposta para a pergunta “onde investir meu dinheiro”, você precisa organizar as suas finanças pessoais. A ideia é garantir que o seu orçamento tenha condições de arcar com aportes regulares e mensais sem correr riscos de endividamento.

Para alcançar esse patamar, é preciso elaborar um bom planejamento financeiro. Além disso, é importante ter disciplina para seguir as seguintes dicas . Confira.

Organize as suas contas

Comece controlando as suas finanças e sabendo exatamente se elas estão no vermelho ou no azul. Afinal, de nada adianta querer investir se falta dinheiro para o pagamento de todas as contas do mês, concorda?

Aqui, a dica é usar um aplicativo ou uma planilha de controle financeiro. Assim, você saberá quanto realmente ganha e gasta. Ao mesmo tempo, poderá diminuir algumas despesas ou até eliminá-las. Isso ajudará a ter dinheiro para investir.

Melhore os seus hábitos financeiros

Quando você faz uma dieta, precisa adotar hábitos alimentares mais saudáveis, certo? A mesma lógica vale para as suas finanças. Na prática, isso significa gastar menos do que se ganha para pagar tudo e evitar o endividamento.

Essa é uma das dicas mais importantes: 79,3% das famílias brasileiras estão endividadas. Entre os inadimplentes, o percentual chega a 30%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) e se referem a setembro de 2022.

O maior vilão ainda é o cartão de crédito. Do total de endividados, 85,6% têm esse débito em aberto. Portanto, o primeiro passo é ter um bom relacionamento com esse meio de pagamento. Além disso, é indicado:

  • Evitar compras por impulso;
  • Alinhar seu padrão de vida à sua renda.

Programe o uso do dinheiro

O controle financeiro precisa considerar  presente e futuro. Isso significa que é importante planejar como o seu dinheiro será gasto. Dessa forma, crie objetivos de curto, médio e longo prazo. Por exemplo:

Perceba que a definição de objetivos também ajuda a ter disciplina. Isso porque é mais fácil evitar aquela compra impulsiva quando você sabe o que vai conquistar ao final desse esforço.

Comece a poupar

Mais do que saber como investir dinheiro e ter lucro mensal, você precisa ter uma quantia específica reservada para isso. Portanto, você precisa basicamente cumprir duas etapas:

  • Economizar: representa a capacidade de não gastar dinheiro de maneira desnecessária. Ou seja, você passa a evitar as compras impulsivas de produtos e serviços que não usa;
  • Poupar: significa guardar esse dinheiro que foi economizado. Ou seja, você economizou e, agora, precisa deixar essa quantia reservada.

Depois disso, você pode saber “onde investir meu dinheiro a curto prazo”. Assim, chegará à próxima etapa.

Forme sua reserva de emergência

Assim que você poupa, deve começar a investir seu dinheiro. Deixá-lo embaixo do colchão não é um bom negócio. Como vimos anteriormente, a quantia vai desvalorizar com o tempo devido à inflação.

Ao formar a sua reserva de emergência, você começa a saber onde investir seu dinheiro. Principalmente se começar na renda fixa, em investimentos conservadores e com pouca chance de perdas.

Conheça o mercado financeiro

Você precisa saber como o mercado financeiro funciona. Procure investir na sua educação financeira para conhecer os melhores investimentos 2022 para iniciantes. Assim, será possível tomar melhores decisões e encontrar a estratégia certa para o seu perfil de investidor.

Conseguimos responder à dúvida “onde investir meu dinheiro”? Conte com a gente para alcançar seus objetivos e ver seu dinheiro render muito mais. Acesse nosso site e confira todas as opções de investimentos em renda fixa.

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