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Um passo de cada vez: construa sua reserva de emergência.

07 MAI 20
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Se uma emergência acontecesse - um problema de saúde, algo que estraga repentinamente em sua residência ou um custo alto de manutenção de seu automóvel - você  teria uma reserva de emergência para arcar com estas eventuais despesas? 
 

Pior, se, hoje, você ficasse sem sua principal fonte de renda, por quanto tempo conseguiria manter seu padrão de vida? 
 

Em pesquisa realizada no final de 2019 pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 68% dos entrevistados reconhecem não ter capacidade de lidar com imprevistos e apenas 9% dizem conseguir arcar com despesas que extrapolam o orçamento. 
 

Por isso, para ter conforto financeiro e manter o equilíbrio de seus despesas é fundamental reservar parte do seu orçamento para a construção de sua reserva de emergência. Mas, como construí-la? Confira as dicas abaixo. 
 

1 -  Descubra seus gastos mensais. 

O primeiro passo é saber exatamente quais são seus gastos mensais fixos e fundamentais. Utilizando um controle financeiro, elenque e anote tudo que gasta e quais são suas despesas recorrentes e necessárias. 
 

2 - Estabeleça uma meta de valor: seis meses de seus gastos. 

Agora que você já sabe qual seu custo de vida mensal, projete que sua reserva de emergência deve compensar seis meses destes custos. Estabeleça este valor como sua meta inicial para guardar.
 

3 - Estabeleça uma meta de tempo. 

Comprometa-se, consigo mesmo, com uma data para conquistar o valor que você planejou. Obviamente, um tempo real e factível para a sua condição- não é do dia para noite que você vai compor sua reserva de emergência. Porém, na organização financeira, se não nos comprometemos com um prazo para uma realização, normalmente, relaxamos e não cumprímos aquele objetivo. 
 

4 - Guarde mensalmente para a sua reserva de emergência. 

Falamos num post anterior da regra 50/30/20. Reserve parte de seus rendimentos mensais para a construção de sua reserva financeira. Assim que receber, já enderece parte de seus rendimentos para esta finalidade. O hábito de fazer isto recorrentemente, junto com o valor de sua reserva aumentando, vai motivá-lo a guardar sempre e mais. 
 

5 - Dinheiro guardado, mas disponível. Dinheiro disponível, mas guardado. 

Guarde sua reserva de emergência em um lugar em que você garanta que ela esteja protegida - inclusive de você mesmo. Para isto, a dica é segregar este dinheiro. Deixá-lo em sua conta corrente pode dar a impressão que ele está disponível para ser gasto.

Outra opção é encontrar um produto financeiro que lhe dê rendimentos e ajude a esta reserva engordar um pouquinho. Mas atenção - neste caso procure produtos conservadores que não tenham riscos da perda do capital investido e que eles estejam disponíveis a todo instante.
 

Que tal começar a agora a planejar sua reserva de emergência e garantir tranquilidade frente a imprevistos e situações de instabilidade?
 

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