Escrito por Equipe BariMuita gente tem um imóvel quitado ou parcialmente quitado parado, sem gerar retorno nenhum. Usar patrimônio imobiliário é transformar esse valor em crédito, por meio do empréstimo com garantia de imóvel, sem precisar vender a propriedade.
Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume dessa modalidade somou R$ 3,166 bilhões só no primeiro trimestre de 2026, alta de 25,83% frente ao mesmo período de 2025. A seguir, veja 5 jeitos práticos de colocar esse patrimônio para trabalhar a seu favor.
O cenário de juros altos deixa famílias e empresas mais cautelosas na hora de contratar crédito novo. Mas é justamente nesse contexto que o empréstimo com garantia de imóvel ganha força, ao trocar dívidas mais caras e de curto prazo por uma operação estruturada e com prazo mais longo.
"O principal ponto é a taxa de juros. Em um cenário de juros elevados, é natural que o consumidor e as empresas tenham mais cautela na hora de contratar crédito. Por outro lado, esse ambiente também reforça uma das vantagens do Home Equity, que é justamente a possibilidade de trocar dívidas mais caras e de curto prazo por uma operação mais estruturada, com taxas mais competitivas e prazos mais longos", explica Evaldo Perussolo, CFO do Bari.
Para o executivo, o cenário político e a incerteza econômica também pesam nas decisões das famílias. "Períodos de maior volatilidade costumam aumentar a cautela das famílias e das empresas e podem fazer com que algumas decisões sejam adiadas. Para o setor, o desafio é continuar mostrando que o Home Equity pode ser uma ferramenta de planejamento financeiro", afirma Perussolo.
Trocar dívidas caras, como cheque especial e cartão de crédito, por uma parcela única e mais barata é o uso mais comum do produto. Segundo dados do Banco Bari, 60% das pessoas que buscam esse crédito têm a quitação de dívidas como principal objetivo.
Para tomar uma decisão segura e eficiente, vale a pena seguir um passo a passo estruturado: Mapeie todos os seus débitos em aberto, compare os juros cobrados atualmente com a taxa do empréstimo com garantia de imóvel e analise as condições de parcelamento (prazos estendidos diminuem o valor das prestações). Em seguida, faça uma simulação com as opções disponíveis e busque a orientação de um especialista para definir a melhor alternativa.
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Empreendedores também recorrem ao capital de giro via patrimônio imobiliário, com juros bem menores que os do crédito pessoal. Um levantamento do Banco Bari mostrou que o Paraná lidera a aprovação da modalidade no país, cerca de 20% acima da média nacional, com empresários representando 36,7% dos pedidos no estado.
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Financiar estudos no exterior é um uso menos óbvio, mas cada vez mais comum do patrimônio parado. Ao utilizar um imóvel como garantia, o estudante utiliza um imóvel próprio (ou de terceiros) como garantia para obter um empréstimo com condições mais favoráveis, tanto em termos de taxas de juros quanto de prazos de pagamento, em até 20 anos para a quitação da dívida, além da flexibilidade de uso, em que o crédito obtido pode ser utilizado não apenas para o pagamento das mensalidades da faculdade, mas também para outras despesas educacionais, como material didático, moradia e transporte.
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Usar o próprio patrimônio como garantia é uma alternativa para quem quer reformar ou construir com um orçamento maior e prazos mais longos do que uma linha tradicional.
No Banco Bari, as taxas são a partir de 1,25% a.m. + IPCA, entre as menores do mercado. É possível liberar até 60% do valor de avaliação do imóvel dado em garantia, com valores entre R$ 30 mil e R$ 10 milhões e prazo de pagamento de até 20 anos. Como a operação tem destinação comprovada para a obra, ela também pode ficar isenta da cobrança de IOF, o que ajuda a baratear o custo efetivo total do contrato.
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Como o Home Equity é um crédito sem destinação específica, ou seja, o casal tem total liberdade para utilizar os recursos conforme a necessidade: pagar o buffet, contratar o fotógrafo, quitar a lua de mel ou até dar entrada no novo lar. Diferente de um financiamento imobiliário, o foco aqui é a liquidez imediata para cobrir os custos operacionais do evento.
Para muitos casais, essa é a primeira grande decisão financeira conjunta. Por isso, entender as opções disponíveis é fundamental para evitar o superendividamento.
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Nos cinco casos, a lógica é a mesma: o imóvel deixa de ser um patrimônio parado e passa a sustentar uma decisão financeira concreta. O Bari trata crédito como ferramenta de conquista, não como dívida, e o empréstimo com garantia de imóvel é o exemplo mais claro dessa visão.
O Banco Bari é autorizado e regulado pelo Banco Central desde 2018. No primeiro semestre de 2026, o Banco Bari fechou o ano com Índice de Basileia de 21% e carteira de crédito total de R$ 2,12 bilhões, crescimento de 22,3% em 12 meses, o que sustenta o rating A-.br com perspectiva positiva atribuído pela Moody's.
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Posso usar o mesmo empréstimo com garantia de imóvel para mais de um objetivo?
Sim, não há obrigação de destinar o valor a um único uso: dá para quitar parte das dívidas e reservar o restante para reforma, por exemplo.
Preciso justificar ao banco o uso do dinheiro liberado?
Não, o valor cai na conta e fica livre para ser usado como o cliente preferir, sem necessidade de comprovação da finalidade.
Quais imóveis posso usar como patrimônio parado?
Apartamentos, casas e imóveis comerciais quitados ou com saldo devedor de até 60% do valor, avaliados em no mínimo R$ 150 mil e localizados em cidades com mais de 50 mil habitantes
Qual a taxa do empréstimo com garantia de imóvel no Bari?
A partir de 1,09% a.m. + IPCA, com prazo de até 240 meses e até 60% do valor do imóvel liberado como crédito.
Quem tem o nome negativado pode usar o próprio imóvel como garantia? Sim, desde que comprove renda e passe pela análise de crédito, que considera outros fatores além da pontuação.