Home Equity e refinanciamento imobiliário são, na prática, o mesmo produto: empréstimo com garantia de imóvel. A diferença está no uso do termo e na situação do imóvel. Entenda quando cada nome se aplica e por que escolher o Banco Bari.
Home Equity e refinanciamento imobiliário descrevem, na maioria dos casos, o mesmo tipo de operação no Brasil: um empréstimo com garantia de imóvel via alienação fiduciária. Ambos permitem usar a casa, apartamento ou terreno como lastro para liberar crédito com juros muito menores do que linhas pessoais. Segundo a Abecip, os juros médios do Home Equity estão em 18% ao ano, contra 88% no crédito pessoal comum e mais de 400% no rotativo do cartão.
Apesar de tratados como sinônimos pelo mercado, há nuances técnicas e comerciais que valem ser entendidas antes da contratação. Saber qual termo se aplica à sua situação ajuda a escolher a melhor instituição, a condição mais barata e o prazo certo para o seu projeto. No Banco Bari, por exemplo, o produto é ofertado como Home Equity ou empréstimo com garantia de imóvel, com taxas a partir de 1,09% a.m. + IPCA e prazo de até 240 meses.
Home Equity é o nome de origem americana para o empréstimo com garantia de imóvel. O contratante oferece um bem próprio (residencial, comercial ou rural) ao banco em alienação fiduciária, recebendo em troca um valor em dinheiro de uso livre. O imóvel continua sendo usado pela pessoa normalmente, mas a propriedade fiduciária fica vinculada à instituição financeira até a quitação.
Esse é o motivo de o produto ter taxas tão menores: a alienação fiduciária reduz drasticamente o risco de inadimplência, e o banco repassa essa segurança ao cliente em forma de juros baixos, prazos longos (até 20 anos) e valores altos (até 60% do imóvel). De acordo com a Abecip, a inadimplência nessa modalidade é de apenas 2,8%, contra 7% no crédito comum e mais de 50% no rotativo do cartão.
Refinanciamento imobiliário é o termo tradicional brasileiro para descrever a mesma operação: tomar um novo empréstimo usando o imóvel como garantia. A nomenclatura ficou popular antes de o termo "Home Equity" se espalhar e ainda é amplamente usada por bancos, advogados e cartórios.
Tecnicamente, alguns profissionais usam "refinanciamento" para se referir ao caso em que o imóvel já foi financiado e está sendo usado de novo como garantia para uma nova operação, e reservam Home Equity para imóveis já quitados. Mas, na prática comercial, os dois nomes designam a mesma estrutura contratual.
Aqui mora a confusão mais comum: portabilidade não é a mesma coisa que refinanciamento ou Home Equity. A portabilidade transfere o saldo devedor de um financiamento imobiliário em andamento para outro banco, em busca de juros menores.
Já o refinanciamento (ou Home Equity) é uma nova operação de crédito com finalidade livre, garantida pelo imóvel. Quem busca mais detalhes pode ver o conteúdo sobre financiamento e refinanciamento.
A escolha entre refinanciar ou Home Equity, na maioria dos casos, é uma questão de qual banco oferece a melhor condição: o nome do produto importa pouco. O que importa é a análise do CET (Custo Efetivo Total), o sistema de amortização (consulte o conteúdo sobre SAC ou Price) e a relação entre o valor solicitado e o imóvel oferecido, conhecida como LTV.
Faz sentido contratar quando:
Em todos esses casos, o nome do produto (Home Equity ou refinanciamento) não muda a essência da operação. O que muda é a instituição, a taxa e a velocidade de liberação.
O Banco Bari é especialista em empréstimo com garantia de imóvel e realiza todo processo de Home Equity de forma 100% digital e humanizada. Oferece:
Diferente de bancos tradicionais, o Banco Bari estruturou um processo enxuto, com avaliação online do imóvel e contratação remota, reduzindo o tempo entre a simulação e a liberação do dinheiro. Para o cliente, isso significa menos burocracia e a possibilidade de transformar patrimônio parado em crédito inteligente, voltado a conquistas reais.
Quer descobrir quanto consegue liberar usando seu imóvel? Faça uma simulação gratuita de empréstimo com garantia de imóvel no Banco Bari e veja a melhor condição para o seu perfil em poucos minutos.
Na prática, nenhuma: ambos descrevem o empréstimo com garantia de imóvel via alienação fiduciária. A diferença está no nome usado pelo banco.
Sim. Bancos como o Bari aceitam imóveis ainda em financiamento, desde que o saldo devedor caiba dentro do limite de até 60% do valor de avaliação.
Sim, ambos são indicados. Com juros médios de 18% a.a. contra 88% do crédito pessoal e 400% do rotativo, a troca tende a reduzir drasticamente o custo da dívida.
Não. A portabilidade transfere um financiamento em andamento para outro banco. Já o refinanciamento (Home Equity) é um novo crédito com finalidade livre.
A análise digital permite liberação em poucos dias úteis após o envio dos documentos e avaliação do imóvel, dependendo do perfil e da localização.