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Como estudar fora: 7 opções para fazer um intercâmbio

09 MAR 22
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Para saber como estudar fora, é preciso organizar o orçamento pessoal, analisar os tipos de intercâmbio e considerar as opções de cursos. 

Se você quer saber como estudar fora, é provável que esteja com muitas perguntas em mente. Como se preparar? Quais são os melhores destinos? Quanto é preciso investir?

A verdade é que existem várias opções de intercâmbio. Portanto, saber como estudar fora do Brasil exige conhecer essas alternativas e descobrir aquela que faz mais sentido para você.

A resposta depende do seu atual momento. Por exemplo, se o objetivo é estudar, é possível até conseguir uma bolsa. Por outro lado, também há opções pagas, tanto para estudar quanto para trabalhar e se divertir.

Como sair do Brasil para estudar?

Existem várias alternativas para conseguir alguma vaga em um programa de estudos. Você pode aplicar para alguma universidade estrangeira, inscrever-se em um programa de pós-graduação ou fazer um intercâmbio durante o Ensino Médio. 

Ainda existem cursos rápidos, que duram menos do que 1 ano, mas servem bem para aumentar a fluência em outro idioma e se especializar na área de atuação escolhida.

Para fazer um intercâmbio de estudos, você deve considerar alguns aspectos. Os principais são:

  • Seu perfil de estudante atual: ou seja, se está na graduação, pós-graduação, estágio ou no Ensino Básico;
  • A forma de ingresso no curso no exterior: nota do Enem, trabalho universitário, inscrição paga etc.;
  • Como custear a viagem:  você pretende pagar, trabalhar e estudar ao mesmo tempo ou conseguir uma bolsa:;
  • Seu nível de proficiência no idioma do país de destino: a maioria dos programas de estudo exigirão algum exame de proficiência, como TOEFL ou IELTS, no caso de países de língua inglesa.

Leia Mais: Métodos para ajudar a definir e alcançar a sua meta financeira

Quais são os tipos de programas para quem quer estudar fora?

ícone de um cofrinho em forma de porquinho cercado de moedas, um diploma, toga e um livro, ilustrando a economia para estudar fora

Na hora de escolher como estudar no exterior, um dos primeiros passos é conhecer os tipos de programas existentes. Eles têm objetivos e duração diferentes. Por isso, esse é o momento de verificar o que você quer fazer e quanto tempo pode ficar fora do Brasil. A seguir, listamos as principais opções.

Summer School

Também chamado de Summer Program, é um programa mais curto, realizado nas férias de junho e julho. Ou seja, o período de permanência varia de 2 a 12 semanas. O nome remete ao verão, porque essa época é o período de calor no hemisfério Norte.

Nessa modalidade, você pode fazer um curso específico ou executar diferentes atividades educativas. Além disso, existem 4 principais tipos de programa classificados como Summer School:

  • Summer Camps: acampamentos de verão mais voltados a crianças e adolescentes. Alguns são mais tradicionais e outros temáticos, por exemplo, de esportes, matemática, música e até religiosos. 
  • Summer Volunteer Program: programa de voluntariado realizado nas férias. Você escolhe a atividade que vai realizar de acordo com os seus conhecimentos e interesses. Assim, pode trabalhar preservando a vida selvagem, cuidando de pessoas em áreas carentes pelo mundo, dando aulas para crianças com pouco nível de alfabetização etc. Esse tipo de programa costuma exigir a idade mínima de 15 anos para participar. Ainda assim, a maior parte das vagas requer 18 anos ou mais.
  • Leadership Program: específico para o desenvolvimento das habilidades de liderança, esse programa também é conhecido como Leadership Training ou Leadership Academy. Nele você melhora suas competências pessoais e como indivíduo para aumentar suas chances de ser um líder global. Essa opção é ideal para adolescentes e adultos e existem muitas bolsas disponíveis, como a do programa Jovens Embaixadores, oferecido pela embaixada dos Estados Unidos no Brasil.
  • Educational Program: programa educacional, no qual você estuda um tema específico. Praticamente todas as áreas são contempladas. É só escolher aquela que interessa mais para sua carreira. 

Além de universidades, você também pode participar de cursos de algumas empresas. Para ter uma ideia, o jornal The New York Times tem Summer Schools direcionados à prática jornalística e à escrita.

MBA

O MBA é um tipo de especialização mais voltado para o mercado de trabalho. No Brasil, ele não é considerado um mestrado. Ainda assim, é bastante valorizado pelas empresas, especialmente para quem atua na área de negócios.

É necessário já ter uma graduação. Além disso, o MBA é voltado para o desenvolvimento de habilidades de liderança e gestão. Por isso, as atividades abrangem o networking e projetos de consultoria.

Undergraduate

É a graduação. No sistema estadunidense, depois de terminar o undergraduate, você escolhe a área em que vai se especializar, chamada de major. A depender dos créditos realizados, é possível conseguir uma:

  • Minor: especialização menor em outra área;
  • Double major: dupla especialização em áreas diferentes.

Portanto, é indicado para quem está saindo do Ensino Médio ou deseja começar em uma área diferente daquela já realizada.

Graduate

Refere-se à pós-graduação. Por isso, abrange mestrado, doutorado, MBA etc. É necessário avaliar bem as características antes de fazer sua aplicação. Além disso, se você quiser fazer um PhD, precisa primeiro cumprir o Master’s Degree. Portanto, para entrar na graduate, é imprescindível apresentar diploma de graduação.

Post-grad

É outra nomenclatura de pós-graduação. Além do que já foi explicado, existem dois tipos diferentes de post-grad:

  • Taught: tem uma grade curricular lecionada por docentes. Cada disciplina tem uma forma de avaliação diferente. Por isso, o formato é parecido com o das graduações brasileiras, já que tem tutoriais, aulas, trabalhos e leituras obrigatórias;
  • Research: é mais voltado para a pesquisa. Isso faz com que ofereça mais independência e enfatize uma pesquisa acadêmica.

Quais são os tipos de intercâmbio possíveis para estudar fora?

Agora que você sabe alguns detalhes sobre como estudar fora do Brasil, precisa conhecer os tipos de intercâmbio disponíveis. Existem várias possibilidades. Confira as principais.

Acadêmico

Um dos tipos de intercâmbio de estudos é o acadêmico. Essa é uma boa opção para quem já está na faculdade. Assim, é possível se informar sobre convênios e parcerias com universidades estrangeiras.

Caso essa alternativa esteja indisponível, você pode entrar em contato com agências de intercâmbio ou conversar diretamente com as universidades do outro país. Para isso, primeiro verifique os programas disponíveis e quais são os requisitos de inscrição.

De toda forma, é importante ter um bom histórico de desempenho acadêmico. É possível optar por programas de:

  • Pós-graduação;
  • Extensão universitária;
  • Trainee;
  • Graduação.

Internship

É uma opção similar ao trainee, mas você trabalha como estagiário em uma grande empresa internacional. Normalmente, tem duração curta, entre 1 mês e 1 ano. Após o término, existe a possibilidade de ser contratado pela companhia.

Por isso, é indicado para quem pretende alcançar mais experiência na sua área de atuação. Em relação à remuneração, alguns oferecem alguma quantia, mas outros não garantem esse benefício.

Estudo + trabalho remunerado

Esse tipo de intercâmbio é ideal para quem pretende ganhar dinheiro para se sustentar enquanto estiver fora. Você pode trabalhar e receber um salário na moeda local. Há várias funções disponíveis, como garçom, recepcionista, vendedor etc.

O ponto negativo é que poucos países oferecem essa modalidade. Alguns dos mais procurados são Irlanda, Austrália e Canadá.

Nos Estados Unidos, existe o chamado Work Experience. Ele é um tipo de intercâmbio exclusivo do país e voltado para alunos de graduação e pós. A contratação é feita em agência especializada e você passa entre 2 e 3 meses no destino escolhido.

High school

É a opção para quem deseja saber como estudar fora durante o Ensino Médio. O mais comum é ter uma duração de 1 ano. No retorno ao Brasil, esse período é considerado e validado.

Ainda é possível ficar menos tempo. Ainda assim, o objetivo é vivenciar a cultura e aprender o idioma. Por isso, o estudante fica em uma casa de família pré-selecionada. Isso tende a ser uma ótima experiência, já que a vivência é diferenciada.

Como estudar fora do Brasil com bolsa?

Para saber como estudar fora de graça, o primeiro passo é identificar as bolsas de estudo internacionais. Elas são oferecidas todos os anos e há uma grande variedade de opções. As ofertas são de agências governamentais, fundações e universidades.

Cada uma delas terá um edital com regras específicas. Leia todas elas e verifique quais são as melhores para o que você busca. Além disso, reúna toda a documentação necessária.

Mesmo assim, saiba que é necessário entender como se preparar para estudar fora, inclusive no quesito financeiro. Isso porque você terá que arcar com as passagens, além de comprar roupas de inverno, computador, livros e outros materiais. Além disso, costuma ser exigido um depósito de moradia.

Outro fator importante é contar com uma plataforma de transferências internacionais. Ela é necessária caso você receba dinheiro do Brasil ou envie alguma quantia para o nosso País.

Quais são os principais financiamentos possíveis para quem quer estudar fora?

Para saber como cursar faculdade no exterior, é importante conhecer as fontes de financiamento disponíveis. Conheça as possibilidades existentes:

Financiamento próprio ou familiar

Nesse caso, você guarda o dinheiro necessário para pagar os custos de morar no exterior. Portanto, é preciso:

  • Organizar o orçamento pessoal e se planejar financeiramente;
  • Evitar gastos desnecessários;
  • Aproveitar o câmbio favorável para fazer a conversão cambial nos melhores momentos;
  • Fazer investimentos para o dinheiro render ao longo do tempo.

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Financiamento via bolsa de estudos nacional

Para saber como estudar fora do Brasil com bolsa, você precisa primeiro conhecer as exigências de cada edital. Em alguns casos, será possível conseguir uma bolsa parcial e em outros, integral. Ela também pode se basear no mérito acadêmico e/ou na necessidade do aluno.

As bolsas de estudos estão em universidades e em fundações. Alguns exemplos de programas são:

Financiamento via bolsa de estudo estrangeira

Também existem bolsas de estudo oferecidas por universidades, fundações e institutos de outros países. O funcionamento é similar às brasileiras. No entanto, é preciso conferir as exigências de cada edital. Alguns exemplos são:

Financiamento bancário

Por fim, você também pode solicitar um empréstimo bancário em um banco digital ou tradicional para arcar com as despesas durante o período em que estudar fora. Aqui, é importante buscar uma alternativa com taxa de juros baixa e que ofereça um valor mais alto de contratação.

As melhores alternativas são o home equity e o empréstimo consignado. No primeiro caso, você pode fazer intercâmbio  usando o crédito com  garantia de imóvel: no Banco Bari, é possível contratar até 60% do valor da propriedade. Portanto, as quantias oferecidas são mais elevadas.

Assim, se você tiver uma casa de R$ 350 mil, poderá emprestar até R$ 210 mil. A taxas de juros começam em 0,85% mais Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País. O prazo de pagamento é de 15 anos.

Já o empréstimo consignado é aquele descontado na folha de pagamento. Ele é válido para aposentados, pensionistas do INSS e trabalhadores com carteira assinada de empresas conveniadas à instituição financeira.

As taxas de juros são baixas, porque o pagamento é descontado de forma automática. Já o prazo de pagamento é variável, mas também oferece boas condições.

Leia Mais: Qual a diferença entre hipoteca e home equity?  

7 destinos para estudar fora

Que tal  uma lista de destinos para fazer intercâmbio, alguns em lugares tradicionais e outros nem tanto? Confira as 7 melhores opções.

1. Estados Unidos

Quando se pensa em estudar fora do Brasil, os Estados Unidos sempre são considerados. Existem alguns motivos para isso:

  • Algumas das melhores universidades do mundo estão lá;
  • É um local excelente para aprender inglês;
  • Tem grande oferta de programas de intercâmbio por todo o país;
  • Ampla variedade de experiências, que dependem do local que você escolher ir.

A desvantagem é a valorização do dólar perante o real. Por isso, é preciso fazer um bom planejamento financeiro pessoal.

2. Canadá

Outro dos destinos tradicionais, o Canadá é mais tranquilo do que os Estados Unidos e ainda permite que você aprenda dois idiomas: inglês e francês. É claro que isso depende da região escolhida para morar.

Ainda existem mais vantagens. Por exemplo, o Canadá tem muitas universidades renomadas e cidades bem equipadas para receber estrangeiros. A qualidade e o padrão de vida são dois destaques por lá.

3. Irlanda

Esse destino europeu é conhecido pelas belas paisagens e pelo pubs. Mas a Irlanda tem muito mais do que isso. É um destino acessível para quem quer saber como estudar fora, mas ainda faz parte da União Europeia.

Há universidades históricas e bem conceituadas, sem contar que oferece um grande número de cursos de inglês para estrangeiros. Caso escolha esse país, aproveite a oferta cultural, que é bastante evidente!

4. Japão

Talvez você nem tenha considerado, mas o Japão é um país incrível. Caracterizado pela organização, limpeza e boa educação de seus moradores, você também terá acesso à cultura singular, tecnologia avançada e universidades renomadas.

Para ter uma ideia, Tóquio tem 13 instituições na lista das melhores do mundo. A cidade também oferece bons programas de estágio e trainee. Os pontos positivos são a segurança e a qualidade de vida no país.

5. Áustria

O país europeu tem um custo de vida melhor do que os locais próximos e tem algumas das melhores cidades para morar. Viena é uma das capitais mais históricas do Velho Continente e tem duas universidades muito bem respeitadas.

Além do estudo de qualidade, você também pode aproveitar para vivenciar a cultura austríaca, país em que Mozart, Beethoven e Freud viveram.  

6. Nova Zelândia

A Nova Zelândia tem vários atrativos naturais, assim como a Austrália, mas tende a apresentar um custo de vida mais baixo. Tudo isso sem deixar de lado a qualidade dos estudos, já que as universidades são renomadas e ainda oferecem boas oportunidades para entrar no mercado de trabalho.

7. Alemanha

Considerado um dos países com melhor qualidade na educação, a Alemanha tem vários atrativos. Por exemplo, não é necessário pagar mensalidade para estudar em universidades públicas, mesmo que você seja de outro país.

Além disso, algumas cidades estão entre as mais baratas da Europa. É o caso de Munique, a terra da Oktoberfest. Portanto, além de estudar e aproveitar a cultura, você ainda poderá se divertir muito!

Com todas essas opções, você já pode escolher o seu destino, ler os editais de bolsa e se preparar, certo? Afinal, já sabe como estudar fora. Então, é só arregaçar as mangas e procurar as opções de financiamento.

Aliás, se é isso que você busca, que tal conhecer algumas alternativas? Acesse o site do Banco Bari e veja as opções de empréstimos disponíveis.

 

 

 

 

 

 

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