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Selic em queda: o que fazer com meus investimentos?

08 MAI 20
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Entenda o que fazer com as aplicações quando a taxa básica de juros está em queda

Após a sexta queda consecutiva, desta vez de 0,75%, a Selic alcançou a nova mínima histórica em 3% ao ano. A decisão foi anunciada após a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) realizada na última quarta-feira, 06/05. Para a próxima reunião, o Copom considera ainda, novo ajuste.
A redução faz parte da estratégia do Banco Central para controlar a inflação, estimular a economia, baratear empréstimos e favorecer circulação de dinheiro no país em meio à crise. Para os investidores, fica a pergunta: o que fazer com meus investimentos?
 

O que é a Selic?

Vamos começar entendendo o que é a Selic.

Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e é utilizada como parâmetro no mercado interbancário para determinar as taxas de juros que serão cobradas pelos empréstimos diários que eles fazem uns aos outros. 
 

A taxa Selic tem relação direta com inflação, medida pelo IPCA (índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), sendo o principal instrumento de política monetária do Banco Central para controlar a inflação, que através do Copom, reúne-se a cada 45 dias para definir o valor dessa taxa. 
 

Selic e o coronavírus

A Selic nunca está dissociada do contexto econômico do país. Essa nova redução é um reflexo do caos econômico atual, causado pelas medidas de isolamento social, necessárias para conter a expansão descontrolada da pandemia de coronavírus. Mas também está diretamente ligada à inflação baixa. Baixar a Selic é uma medida para estimular a economia brasileira.
 

E como ficam os investimentos?

Com a taxa Selic em baixa, é importante ter cuidado ao escolher os tipos de investimentos. Aplicações com custo associado, por exemplo, podem não ser uma boa opção, já que esse custo pode ser significativo em relação a rentabilidade, principalmente se o investimento estiver rendendo abaixo da inflação.
 

E a poupança?

A poupança ainda é um tipo de investimento muito procurado por quem tem um perfil investidor mais conservador. A rentabilidade da poupança, porém, é menor se comparada com outras aplicações. Quando a Selic está abaixo de 8,5% ao ano, é 70% da Selic +TR, o que representa, hoje, aproximadamente 2,1% ao ano. Ou seja, se você investir hoje R$ 1 mil na poupança, em um ano seu dinheiro renderá cerca de R$ 21. 
 

Esse é o momento de investir em ações? 

Sempre é um bom momento para diversificar os investimentos, porém, para investir em ações é preciso avaliar o perfil do investidor e a diversificação dos investimentos que já possui. Para investir em bolsa de valores é preciso estar disposto a correr riscos, ter uma carteira mais diversificada de investimentos e possibilidade de deixar o dinheiro investido por mais tempo. 
 

Neste momento, devido à incerteza econômica causada pela pandemia de coronavírus, o mercado está sofrendo flutuações. Por isso, para quem não tem experiência em investimentos em ações, a recomendação é entrar devagar, experimentar as oscilações e entender como funciona. 
 

Quais são as opções para quem quer rendimentos e liquidez, sem correr muitos riscos? 

Para quem tem um perfil mais conservador, está poupando ou construindo uma reserva de emergência, existem opções de investimento tão seguras quanto a poupança, com mais rentabilidade e até liquidez. 
 

Investimentos em renda fixa, como os LCIs e CDBs, têm rendimento acima da poupança, opções com liquidez em 90 dias e são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que assegura investimentos de até R$ 250 mil por CPF. Esse tipo de investimento em renda fixa é ideal para quem quer rentabilidade e segurança. 

Aqui no Bari você pode escolher entre LCIs e CDBs com até 130% do CDI, podendo sacar seu dinheiro em até 90 dias. Clique aqui para saber mais sobre os produtos de investimento Bari.
 

Este conteúdo foi escrito em parceria com Henri Siro Evrard, Mestre em finanças e responsável por Projetos e Finanças no Banco Bari. 
 

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